quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

MARATONA PRISON BREAK


Nas últimas duas semanas resolvi realizar uma pequena maratona. Me comprometi a conferir a, uma das séries de maior sucesso de todos os tempos, "Prison Break". E não me decepcionei, ao contrário, cheguei ao absurdo de assistir "cinco" episódios seguidos o que representam mais ou menos "quatro horas e meia" com os olhos na televisão, claro, com alguns intervalos para um lanche e para algumas passadas ao toalete. 


Mas toda esse "sacrifício" no entanto é extremamente recompensador. A história de Michael Scofield (Wentworth Miller)    um homem em desespero em uma situação desesperadora é maravilhosa. Determinado a provar inocência de seu irmão mais velho, Lincoln Burrows (Dominic Purcell, o dracula de Blade Trinity) condenado a morte por um crime que não cometeu, Scofield arma um plano no minimo, inusitado. Assalta um banco, é preso e mandado para, adivinhem, a mesma penitenciária estadual em que se encontra seu irmão. Uma vez lá dentro Scofield que, antes de ser preso era um inteligente engenheiro civil, elabora um plano mirabolante para libertar seu irmão e provar a sua inocência. 

Scofield tem, tatuado em seu corpo em forma de códigos, a planta do local, coincidentemente foi sua antiga empresa que a fez, fazendo com que ele possa saber como, onde, e quando uma fuga é viável. Contando com a ajuda de seu companheiro de cela Fernando Sucre (Amaury Nolasco), Scofield começa a colocar o seu plano em prática, e é nesse instante é que as diversas qualidades de Prison Break começam a pipocar pela tela. Embora a inteligência do rapaz seja absurdamente imensa, os detalhes que são colocados são fantásticos. 

Desde o parafuso que Scofield precisa para desparafusar a pia de sua cela, até a combinação química que é utilizada para corroer um dos túneis de fuga, tudo é cuidadosamente calculado para que nada saia errado. Claro que alguns percalços aparecem pelo caminho mas Scofileld com sua esperteza e sagacidade consegue sempre contornar a situação, e constatamos também como o garoto é sortudo, algo que, aparentemente, deu errado no começo no fim sempre sai como planejado.

A primeira temporada é basicamente a tentativa de fuga de Scofield e seu irmão, e pra isso alguns outros detentos também conseguem fugir, alguns já baseados no plano original de Scofield e outros por saber demais. Entre eles está Theodore 'T-Bag' Bagwell, um dos mais violentos e ameaçadores detentos. Frio e calculista T-Bag não exita em matar um guarda apenas por diversão. E o interprete Robert Knepper é fantástico. O cinismo que ele emprega ao personagem é impressionante.

Terminando a segunda temporada nesse final de semana, que, apesar de ser inferior a primeira, ainda é interessantíssima, e trata basicamente de Scofield tentando reunir provas para provar a inocencia do irmão, darei um tempo para na sequencia acompanhar a terceira, a quarta temporada e o longa O Resgate Final que encerrará de uma vez por todas a corrida contra o tempo de Michal Scofield. Uma série fantástica que já entrou pra história da televisão mundial.

Samuel Vieira

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